Grandes Verdades Universais: chão do banco do motorista

Aquele seu K7 do Oingo Boingo, aquela sua revista Manchete do carnaval de 91, aquele seu último Chanceler do maço, aquela suada nota de 2 mil cruzados, aquele seu moderno Startac, aquele VHS do Rocky 3. Todos esses itens, meus amigos, ainda estão embaixo do banco do motorista do seu carro.

"Buuuuu"

Quem aqui nunca teve um objeto que simplesmente desapareceu após cair de suas mãos enquanto dirigia o veículo pelas ruas da cidade? Você pode passar dias, semanas ou anos procurando por algo que nunca mais vai reencontrar. Mas, mesmo assim, investe boa parte de sua vida elaborando planos para o resgate, seja lavando minuciosamente por dentro, desmontando ou implodindo o automóvel.

Há quem, por incrível que pareça, ao vender o carro, não cobrou um tostão sequer do comprador. Sua única exigência era que o novo dono achasse, pelo amor de deus, sua pochete da Pakalolo e a devolvesse sã e salva.

Mas qual é a verdadeira causa do sumiço desses bens? Cientistas ainda permanecem céticos quanto à questão, descartando por completo a ação de gnomos larápios pela madrugada, mas atestando a ideia de que embaixo do banco do motorista existe um portal para outras civilizações – um lar que hoje abriga Ulisses Guimarães, o banco Bamerindus e o saudoso Domingo no Parque.

Um pouco de história

Aquele seu vinil da Blitz tá aqui, ó...

Diz a lenda que Odilon Farpada, o único piloto da Força Aérea Brasileira a escapar vivo do Triângulo das Bermudas, perdeu o ticket de estacionamento embaixo do banco do motorista e nunca mais conseguiu sair do estacionamento do aeroporto com seu carro.

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5 respostas para Grandes Verdades Universais: chão do banco do motorista

  1. Henrique Lima disse:

    Pois é, incrível mas essa onda aí é verdade. Eu perdi meus documentos (RG e CPF), tinha certeza que estava no carro. Aí depois, de procurar demais, lavar o carro e tudo mais. Um belo dia eu encontro os danado.

    Gnomos.

    • monseca disse:

      Pois é. Acho que meu pendrive também já era. Deixei cair no chão do carro.

      • Tocá Gado disse:

        Ano passado, quando comecei meu trabalho aqui em Londrina, me deram um molho de chaves do laboratório… o qual coloquei no bolso da porta do carro e nunca mais achei. O carro foi pra lavagem várias vezes e nunca apareceu, o que me levou à conclusão de que eu havia perdido em algum outro lugar. Até que duas semanas atrás o lava-rápido (lavarrápido?) encontrou o dito cujo. A única explicação possível é que as chaves se deslocaram instantaneamente no tempo para 14 meses no futuro, só pode ser. Valeu por expor essa questão que abala os alicercers da ciência!

      • Fernando disse:

        Se fosse um disquete de 5 e 1/4 você não perderia.

      • monseca disse:

        Se fosse um 486 + impressora/scanner, eu perderia.

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